<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Tersis Zonato &#187; Blog</title>
	<atom:link href="http://www.tersis.com.br/blog/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.tersis.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 May 2012 12:41:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Axecuter lança dois vídeos oficiais</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/axecuter-lanca-dois-videos-oficiais/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/axecuter-lanca-dois-videos-oficiais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 22:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[axecuter]]></category>
		<category><![CDATA[lutemkrat]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=2667</guid>
		<description><![CDATA[A banda Axecuter acaba de lançar dois vídeos gravados ao vivo para as músicas Bangers Prevail e Too Heavy to Load. As versões de estúdio dessas músicas estarão no novo CD Metal is Invincible a ser lançado pela gravadora francesa Infernö Records ainda em 2012. Além do posto de baixista sob o pseudônimo T. Basstard, realizei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banda <a href="http://www.myspace.com/axecutermetal" target="_blank">Axecuter</a> acaba de lançar dois vídeos gravados ao vivo para as músicas <em>Bangers Prevail</em> e <em>Too Heavy to Load</em>. As versões de estúdio dessas músicas estarão no novo CD <em>Metal is Invincible</em> a ser lançado pela gravadora francesa <a href="http://www.inferno-records.net/" target="_blank">Infernö Records</a> ainda em 2012.</p>
<p>Além do posto de baixista sob o pseudônimo <strong>T. Basstard</strong>, realizei a mixagem e masterização das duas faixas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2680" title="Tersis Zonato - Axecuter (live)" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/axecuter-live02.jpg" alt="" width="600" height="375" /></p>
<h3>Curitiba Metal Sound</h3>
<p>No dia <strong>08 de janeiro</strong> foram feitas gravações de algumas músicas para o projeto <strong>Curitiba Metal Sound</strong>, onde cada banda gravou duas músicas ao vivo e uma entrevista no <strong>Hangar Music Hall</strong>, que cedeu o espaço para o projeto. Confira o <em>cast</em>:</p>
<ul>
<li><strong>Axecuter:</strong><br />
<em>Bangers Prevails</em> e <em>Too Heavy to Load</em></li>
<li><strong>Division Hell:<br />
</strong><em>Apokaliptika</em> e <em>Flesh, Blood, Desire</em></li>
<li><strong>Inflikted (Sepultura Cover):<br />
</strong><em>Roots Bloody Roots</em> e <em>Refuse/Resist</em></li>
<li><strong>Krucipha:</strong><br />
<em>Affordicttion</em> e <em>Denial</em></li>
<li><strong>Necropsya:<br />
</strong><em>Determinação</em> e <em>Easy Target</em></li>
<li><strong>Unbound (Avenged Sevenfold Cover):<br />
</strong><em>Nightmare</em> e <em>Critical Acclaim</em></li>
</ul>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/axecuter-lanca-dois-videos-oficiais/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>A banda Necropsya foi a única a registrar apenas o vídeo: eles decidiram utilizar o áudio do seu CD mais recente.</p>
<p>O projeto foi idealizado por <strong>Gustavo (Preto) Siqueira </strong>em parceria com a <a href="http://www.ifcproducoes.com" target="_blank">IFC Produções</a>. Gustavo também comandou a parte de iluminação durante a gravação. A captação de som foi feita pelo produtor <strong>Márcio Seko</strong>, proprietário do estúdio <a href="http://www.sekoaudioworks.com/" target="_blank">Seko Audioworks</a> e a mixagem e masterização das faixas do <em>Axecuter</em> foi feita por <strong>Tersis Zonato</strong> no <strong>Lutemkrat Studio</strong>.</p>
<p>Confira abaixo os vídeos do <em>Axecuter:</em></p>
<h3>Bangers Prevail</h3>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/axecuter-lanca-dois-videos-oficiais/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h3>Too Heavy to Load</h3>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/axecuter-lanca-dois-videos-oficiais/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/axecuter-lanca-dois-videos-oficiais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista cedida ao site CWB Live</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/entrevista-cedida-ao-site-cwb-live/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/entrevista-cedida-ao-site-cwb-live/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 17:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[lutemkrat]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=2546</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente fui entrevistado por Marcos Anubis, responsável pelo site CWB Live. Ele visitou meu estúdio onde pudemos ter uma conversa sobre meu projeto solo chamado Lutemkrat. Segundo Anubis: Tersis Zonato é multi-instrumentista. Toca guitarra, baixo, violão, bateria e canta. Sua avó, que era dona de uma escola de música, tinha vários instrumentos musicais que hoje fazem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente fui entrevistado por <strong>Marcos Anubis</strong>, responsável pelo site <a href="http://www.cwblive.com.br/" target="_blank">CWB Live</a>. Ele visitou meu estúdio onde pudemos ter uma conversa sobre meu projeto solo chamado <a href="http://www.lutemkrat.com" target="_blank"><em>Lutemkrat</em></a>. Segundo Anubis:</p>
<blockquote><p>Tersis Zonato é multi-instrumentista. Toca guitarra, baixo, violão, bateria e canta. Sua avó, que era dona de uma escola de música, tinha vários instrumentos musicais que hoje fazem parte do seu acervo [...] revela um ar tranquilo e não se acha um “supermúsico”. Percebe-se, claramente, a paixão do cara pela música, o que o leva a manter tantos projetos, ao mesmo tempo.</p></blockquote>
<p>A matéria <a href="http://www.cwblive.com.br/?p=410" target="_blank">O &#8220;One Man Band&#8221; curitibano</a> foi postada no <em>site</em> no dia 10 de fevereiro e agora estou disponibilizando o vídeo e a transcrição:</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/entrevista-cedida-ao-site-cwb-live/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><strong>Temática do <em>Lutemkrat</em></strong></p>
<blockquote><p>É um projeto baseado em <em>black metal</em>, na linha de países como Noruega, Suécia e Finlândia também. Tenho bastante dessa influência&#8230;</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2049" title="lutemkrat-never_surrender" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-never_surrender-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />E conceitualmente eu tento falar de algumas coisas até filosóficas. Tem uma certa evolução de 2003 pra cá, onde no primeiro material <a href="/portfolio-musica/never-surrender/"><em>Never Surrender</em></a> eu era um pouco mais direto: falava sobre batalhas, guerras e alguns valores como lealdade. Tentando sempre levar a ideia de uma forma subjetiva, amarrando com outros conceitos para que a pessoa possa levar essa interpretação pra si própria.</p>
<p>Em 2007 quando lancei o <a href="/portfolio-musica/the-last-survivor/"><em>The Last Survivor</em></a>&#8230; na verdade esse disco é um épico conceitual. Então ele tem 8 faixas, sendo uma introdução, todo o desenvolvimento de uma história e termina com o que normalmente definimos como &#8220;outro&#8221;, que seria a finalização daquela história.</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2570" title="lutemkrat-interview2011b" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-interview2011b.jpg" alt="" width="600" height="350" /></p>
<blockquote><p>Então eu tento fazer uma ligação entre cada música, uma história seguida da outra, para ter realmente uma sequência, como se tivesse sido costurado uma atrás da outra. E nesse disco eu falo bastante sobre batalhas, sobre dificuldades. Eu até pego um pouco do meu lado pessoal para transferir coisas vividas no cotidiano, tentando passar para um lado mais subjetivo também para que o ouvinte, acompanhando esse conceito, tente criar cenários mentais e consiga ter uma interpretação. Eu acredito que a música tem muito disso: você não só escuta e se sente bem, mas também tenta criar relações com o que passou, com o que sente e vive.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2047" title="lutemkrat-the_last_survivor" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-the_last_survivor-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Eu tive muito disso no processo de composição do <em>The Last Survivor</em>: de tentar criar ambientes, como se fossem cenários mesmo. É claro que isso varia para cada pessoa que está ouvindo, mas é preciso tentar criar esses conceitos dessa forma.</p>
<p>E no último lançamento, que foi agora em setembro de 2011, é um EP para <strong><em>download</em> digital gratuito</strong>. Quem quiser pode baixar no <em>site</em> <a href="http://www.lutemkrat.com" target="_blank">lutemkrat.com</a>. Nele eu falo um pouco sobre algumas questões mais pessoais, mais internas, digamos. São visões filosóficas, é meio &#8220;viagem&#8221; na verdade&#8230; também coisas mais subjetivas. Eu não fico citando outras linhas filosóficas ou autores: eu tento falar algo para que a pessoa busque entender aquilo de alguma forma (através de sua perspectiva).</p>
<p>Já recebi em resenhas algumas opiniões onde as pessoas falam assim: &#8220;pô, é disso que você tá falando&#8221;, &#8220;acho que é isso&#8230;&#8221;. Na verdade eu nunca respondo, eu acho legal a pessoa tentar ir atrás do significado por si mesma.</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2567" title="lutemkrat-interview2011a" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-interview2011a.jpg" alt="" width="600" height="350" /></p>
<p><strong>Significado do nome <em>Lutemkrat</em></strong></p>
<blockquote><p>O nome <em>Lutemkrat</em>, sempre me perguntam, mas não tem um significado literal. É um jogo conceitual que eu criei, uma mistura de alguns conceitos para ficar algo abstrato. Pra mim tem um significado, claro, mas tem também essa questão de misturar conceitos e tudo mais. Achei que ficou uma fonética diferente, um nome diferente que não haveria problema de surgir outro igual. Então em 2002&#8230; sabe quando você está quase dormindo e vem um monte de ideias? Eu comecei a &#8220;pirar&#8221; e saiu esse nome. Acabei gostando, adotei e está até hoje.</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2559" title="lutemkrat-logo2011" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-logo2011.jpg" alt="" width="400" height="278" /></p>
<p><strong>Processo de gravação</strong></p>
<blockquote><p>Nos primeiros dois materias que eu lancei, eu utilizei bateria eletrônica. No começo eu peguei um samples na internet e consegui montar. Eu tinha também uma bateria eletrônica, daquelas pequenininhas (uma Boss que eu tenho ainda até hoje) e usei vários samples. Fui montando até um ponto que achei interessante a sonoridade.</p>
<p>Em 2007 quando gravei o segundo material, também utilizei desses recursos. Só agora em 2011 com o terceiro material eu resolvi gravar de fato. Eu ainda tenho uma limitação na bateria: não é realmente meu instrumento, sou mais dos instrumentos de corda, mas foi uma experiência. Eu gravei lá no <strong>Maiko Thomé</strong>, no <a href="http://www.myspace.com/avantgardeproducoes" target="_blank"><em>AvantGarde Studio</em></a> essa parte da bateria&#8230; aliás, bateria, voz e violão eu gravei lá, o resto eu gravei aqui no <em>Lutemkrat Studio</em> mesmo. E até cheguei pra ele falei: &#8220;cara, vamos fazer uma experiência&#8230; se ficar bom a gente usa, senão vc grava aí ou a gente usa batera eletrônica.&#8221; Mas no fim, sempre tem aquela correção ou outra, ainda mais você que não está tão habituado a esse tipo de instrumento. Mas acabou saindo e eu fiquei bem satisfeito com o resultado e pretendo continuar executando a bateria com materiais futuros.</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2557" title="lutemkrat-drums-2011" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-drums-2011.jpg" alt="" width="600" height="375" /></p>
<blockquote><p>Então nesse processo a gente sempre começa assim: com a bateria, que serve como guia. No caso dessa última versão que eu gravei, tocando mesmo, eu utilizei tipo um MIDI pra sequência, pra que eu não me perdesse nas viradas e tudo mais. Em outros casos tem situações onde gravamos sem guia nenhuma: a música está na sua cabeça e você vai executando em cima. Feita a linha da bateria como uma guia, eu gosto de seguir gravando nessa sequência sempre: guitarra, onde eu uso sempre guitarra dobrada, fazendo um <em>pan</em> estéreo (esquerda/direita) onde cada guitarra sempre faz alguma coisa diferente&#8230; É uma característica desse meu projeto: usar guitarras que conversem entre si e não fiquem só somando para dar peso, mas que tenham melodias e harmonias contrastando. Então eu gravo o baixo, por último o violão que tem algumas passagens acústicas, alguns efeitos que eu coloco em cima para então gravar a voz, que é algo que eu não gosto muito (gravar o vocal), mas tem que fazer, então&#8230;</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2447" title="Lutemkrat - Visions from Dimensions Beyond Conception" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-visions-from-dimensions-beyond-conception-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Esse é o <em>Never Surrender</em>, lançado em 2003 de forma independente. Ele foi limitado em 66 cópias, depois saíram mais umas 100 e agora já está completamente esgotado. E esse outro, <em>The Last Survivor</em>, é um <em>full-length</em> e ele foi lançado pelo selo canadense <em><a href="http://www.bleakartrecords.com/" target="_blank">Bleak Art Records</a></em> em 2007.</p>
<p>Eu convido a todos que estão assistindo a baixar o novo material <em>Visions From Dimensions Beyond Conception</em> no <em>site</em> <a href="http://www.lutemkrat.com" target="_blank">lutemkrat.com</a>. Pode fazer o <em>download</em> ou escutar direto via <em>streaming</em> e depois, se quiserem entrar em contato, deixar uma opinião e contar o que achou do material, podem ficar a vontade.</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2566" title="lutemkrat-interview2011" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-interview2011.jpg" alt="" width="600" height="375" /></p>
<p>Agradeço especialmente ao <strong>Marcos Anubis</strong> pela proposta de entrevista e à <strong>Ang</strong> pelo apoio.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/entrevista-cedida-ao-site-cwb-live/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mesa redonda na Charneira 2011</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/mesa-redonda-na-charneira-2011/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/mesa-redonda-na-charneira-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 04:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=2492</guid>
		<description><![CDATA[Na semana passada fui convidado para participar da Charneira 2011, a semana acadêmica de design da PUCPR. Fiquei muito feliz, justamente por ter me formado nessa instituição e também por ter participado da Charneira 2005, dando suporte à organização. Neste ano, o tema &#8220;Nós com eles, nós sem eles&#8221; abordava as relações interdisciplinares do design, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada fui convidado para participar da <a href="http://www.charneira2011.com.br/" target="_blank">Charneira 2011</a>, a semana acadêmica de <em>design</em> da PUCPR. Fiquei muito feliz, justamente por ter me formado nessa instituição e também por ter participado da <strong>Charneira 2005</strong>, dando suporte à organização.</p>
<p><a href="http://www.charneira2011.com.br/" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-2503" title="Charneira 2011 - Nós com eles, nós sem eles" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/charneira.jpg" alt="" width="200" height="440" /></a>Neste ano, o tema <strong>&#8220;Nós com eles, nós sem eles&#8221;</strong> abordava as relações interdisciplinares do <em>design</em>, sua repercussão e contribuição na sociedade. A mesa redonda, a qual fui convidado a participar, tinha como foco discutir <strong>&#8220;Interação, experiência e ciência&#8221;</strong>. Junto a mim participaram também:</p>
<ul>
<li>Gonçalo Baptista Ferraz</li>
<li>Mileni Kazedani Gonçalves</li>
<li>Rodrigo &#8220;Scama&#8221; Otávio dos Santos</li>
<li>Haroldo Osmar de Paula Junior (mediador)</li>
</ul>
<p>De início fomos convidados a fazer uma breve introdução e exposição sobre o tema. Comecei contando minha trajetória nos antigos computadores MSX ao final da década de 80 e como os aplicativos gráficos dessa plataforma despertaram interesse em mim. Além do gosto pela arte e de fazer desenhos simples a lápis e aquerela, descobri outros <em>softwares</em> para ilustração e manipulação de imagens. Com o tempo fui identificando meu interesse em <em>design</em> gráfico e <em>webdesign</em> (na época definida pelos <em>webmasters</em>), até chegar no momento de decidir o curso que gostaria de seguir na faculdade: <strong>Desenho Industrial &#8211; Programação Visual</strong>.</p>
<p>Profissionalmente já vinha descobrindo o <em>design</em> de interação e a riqueza dessa área. Então para o meu projeto final de graduação desenvolvi um aplicativo para o aprendizado de música chamado <strong>Musiclick</strong>, o que me fez pesquisar sobre interface, usabilidade, multimídia e tantos outros recursos que vão muito além de uma mensagem gráfica.</p>
<p>Pensando na experiência que tive em descobrir as ferramentas que me levaram a definir minha carreira, fiz uma relação com a experiência do usuário, pensando como nesse caso os <em>softwares</em> causaram expectativas em descobrir o quanto poderia se atingir com tais recursos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2505" title="charneira2011-01" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/charneira2011-01.jpg" alt="" width="600" height="375" /></p>
<p>Como o <em>design</em> pode criar experiências ricas através dos recursos (tecnologias) disponíveis? Se pensamos em tecnologia, vamos muito além de dispositivos <em>hi-tech</em>, interfaces <em>touch screen</em>, telas coloridas, etc. Tecnologia vem desde a roupa que utilizamos, desde a forma como nos comunicamos&#8230; linguagem é tecnologia! E muito antes de termos uma linguagem definida, nos expressávamos e nos comunicávamos através de gestos. Partindo deste ponto, podemos pensar em desenvolver produtos ou serviços interativos <em>low-tech</em>&#8230; por quê não?</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2508" title="charneira2011-03" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/charneira2011-03.jpg" alt="" width="300" height="188" />Talvez seja este um paradigma que o <em>design</em> venha a quebrar no futuro: no ciclo tecnológico, voltar a explorar interfaces pessoa/pessoa, valorizando as relações humanas. Atualmente vivemos num cenário de ansiedade de informação segundo <strong>Richard Saul Wurman</strong> e essa enxurrada de informações tende a ser até mesmo uma agressão à nós. Já nos anos 80s era possível observar o caos informacional através das mídias presentes na época como a TV, o rádio e os impressos. Com a transposição aos meios digitais, a acessibilidade proveniente da <em>internet</em> e a multiplicação de meios ativos de propagação, vivemos um vício tecnológico.</p>
<p>Temos essa ideia de multi-tarefa inserido no contexto dos sistemas operacionais de computadores modernos que achamos que devemos ser assim também. As pessoas estão falando conosco e estamos ao mesmo tempo escrevendo sobre outra coisa no <em>twitter</em>, colhendo as plantinhas na <strong>Colheita Feliz</strong> e a cada dia achando mais e mais ferramentas para nos prender. Temos tão pouco tempo e estamos sempre correndo que vivemos na superficialidade: não damos mais atenção ao que as pessoas ao nosso lado estão falando, não nos aprofundamos nas coisas que gostamos, não valorizamos os momentos que passamos, não observamos as pequenas coisas, nem mesmo apreciamos beber um copo de água num momento crítico com relação à escassez por vir.</p>
<p>O <strong>Gonçalo Ferraz</strong> fez uma analogia muito interessante: imaginemos uma pessoa parada e que aos poucos começa a entrar em movimento até iniciar uma caminhada. Ao longo do tempo, vai aumentando a velocidade até começar a correr e então chega num ponto em que sai voando. Esse cenário representa o &#8220;boom&#8221; da informação há cerca de três décadas atrás. Quando um aluno questionou se devemos então continuar neste ritmo, lembrei de um antigo mito onde os homens queriam se tornar deuses e por conta disso ocasionaram eventos cataclísmicos. Fazendo uma relação metafórica, talvez não tenhamos surgido com o propósito de voar, afinal se assim fosse, já haveríamos desenvolvido asas.</p>
<p><em>Design</em> é projeto e todo projeto surge no plano das idéias: deriva do plano mental, sendo preciso plasmar através de vários passos, até chegar a um resultado perceptível no mundo físico, sendo tangível ou não. Acredito que devemos transmutar nossas ideias e buscar um novo arquétipo: o de <strong>um ideal mais humano</strong>.</p>
<div id="attachment_2496" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-2496" title="Rodrigo Scama, Tersis Zonato, Gonçalo Ferraz, Mileni Kazedani e Haroldo de Paula" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/charneira2011-04.jpg" alt="" width="600" height="375" /><p class="wp-caption-text">Rodrigo Scama, Tersis Zonato, Gonçalo Ferraz, Mileni Kazedani e Haroldo de Paula</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/mesa-redonda-na-charneira-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lutemkrat: novo EP disponível para download</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/lutemkrat-novo-ep-disponivel-para-download/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/lutemkrat-novo-ep-disponivel-para-download/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 02:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[lutemkrat]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=2458</guid>
		<description><![CDATA[Após quatro anos de silêncio, Wolf Lutemkrat (Tersis Zonato) - o único indivíduo por trás desse projeto - retorna com mais música extrema e sombria para transportar o ouvinte para planos astrais criando paisagens mentais. O material chama-se "Visions from Dimensions Beyond Conception" e consiste em 3 músicas, totalizando quase 13 minutos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após quatro anos de silêncio, <strong>Wolf Lutemkrat (Tersis Zonato)</strong> &#8211; o único indivíduo por trás desse projeto &#8211; retorna com mais música extrema e sombria para transportar o ouvinte para planos astrais criando paisagens mentais. O material chama-se <strong>&#8220;Visions from Dimensions Beyond Conception&#8221;</strong> e consiste em 3 músicas, totalizando quase 13 minutos. Focando em questões existenciais, as letras também exploram significados do cosmos através de uma perspectiva filosófica, criando relações conceituais e despertando visões sutis na mente do ouvinte.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2447" title="Lutemkrat - Visions from Dimensions Beyond Conception" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-visions-from-dimensions-beyond-conception.jpg" alt="" width="300" height="300" />Gravado, mixado e produzido entre 31 de julho e 18 de setembro de 2011, por <strong>Maiko Thomé</strong> (<strong><a href="http://www.myspace.com/avantgardeproducoes" target="_blank">AvantGarde Studio</a></strong>) e <strong>Wolf Lutemkrat (Lutemkrat Studio)</strong>. O logo foi redesenhado por <strong><a href="http://www.flickr.com/photos/christopheszpajdel/" target="_blank">Christophe Szpajdel</a></strong> e a capa foi desenvolvida por <a href="http://doortoang.carbonmade.com/" target="_blank">Angelica Batista</a>.</p>
<p><a href="http://www.lutemkrat.com/" target="_blank">Faça o <em>download</em> gratuitamente</a>.</p>
<div class="clear">.</div>
<h4>1. As Cosmic Winds Transcend Existence</h4>
<object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Flutemkrat%2Fas-cosmic-winds-transcend&amp;g=1&amp;auto_play=&amp;show_comments=&amp;color=2f4c7a&amp;theme_color="></param><param name="allowscriptaccess"
                     value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Flutemkrat%2Fas-cosmic-winds-transcend&amp;g=1&amp;auto_play=&amp;show_comments=&amp;color=2f4c7a&amp;theme_color=" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"> </embed></object>
<h4>2. Infinity Rises</h4>
<object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Flutemkrat%2Finfinity-rises&amp;g=1&amp;auto_play=&amp;show_comments=&amp;color=2f4c7a&amp;theme_color="></param><param name="allowscriptaccess"
                     value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Flutemkrat%2Finfinity-rises&amp;g=1&amp;auto_play=&amp;show_comments=&amp;color=2f4c7a&amp;theme_color=" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"> </embed></object>
<h4>3. Visions from Dimensions Beyond Conception</h4>
<object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Flutemkrat%2Fvisions-from-dimensions-beyond&amp;g=1&amp;auto_play=&amp;show_comments=&amp;color=2f4c7a&amp;theme_color="></param><param name="allowscriptaccess"
                     value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Flutemkrat%2Fvisions-from-dimensions-beyond&amp;g=1&amp;auto_play=&amp;show_comments=&amp;color=2f4c7a&amp;theme_color=" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"> </embed></object>
<h4>Confira o <em>teaser</em></h4>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/lutemkrat-novo-ep-disponivel-para-download/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4><em>Download</em> gratuito</h4>
<p><a href="http://www.lutemkrat.com/" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2471" title="lutemkrat-visions-from-dimensions-beyond-conception-feat" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/lutemkrat-visions-from-dimensions-beyond-conception-feat-80x80.jpg" alt="" width="80" height="80" /></a>Faça o <em>download</em> gratuitamente no site <a href="http://www.lutemkrat.com/" target="_blank">www.lutemkrat.com</a></p>
<div class="clear">.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/lutemkrat-novo-ep-disponivel-para-download/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Under the Influence #7</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-7/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-7/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 00:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[under the influence]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=2302</guid>
		<description><![CDATA[Este é o número 7 de uma série posts. O intuito é identificar a influência na criação das composições, buscando resgatar o original. A proposta não é acusar de plágio ou cópia, muito menos ofender a integridade intelectual e artística de cada autor. Para saber mais, acesse o primeiro artigo com a justificativa. People talking without [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o número 7 de uma série posts. O intuito é identificar a influência na criação das composições, buscando resgatar o original. A proposta não é acusar de plágio ou cópia, muito menos ofender a integridade intelectual e artística de cada autor. Para saber mais, acesse o <a href="/blog/under-the-influence-1?phpMyAdmin=d7e5b3868a361185cd4ba933f4678678">primeiro artigo</a> com a justificativa.</p>
<blockquote>
<div>People talking without speaking, people hearing without listening.</div>
<p><strong>Simon &amp; Garfunkel</strong></p></blockquote>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-7/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong>Red Hot Chili Peppers</strong> &#8211; Jungle Man<br />
<strong>Savatage</strong> &#8211; The Wake of Magellan</p>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-7/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong> Misfits </strong> &#8211; I Turned Into a Martian<br />
<strong>Ramones</strong> &#8211; Tomorrow She Goes Away<br />
<em>Dica de <a href="http://www.grotesco.com.br/" target="_blank">Maneco Grotesco</a></em></p>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-7/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong>Debbie Gibson</strong> &#8211; Foolish Beat<br />
<strong>Evanescence</strong> &#8211; Going Under</p>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-7/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong>Van Halen</strong> &#8211; Panama<br />
<strong>Glenn Frey</strong> &#8211; The Heat is On</p>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-7/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong>Black Flag</strong> &#8211; Thirsty and Miserable<br />
<strong>Red Hot Chili Peppers</strong> &#8211; Catholic School Girls Rule</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-7/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>TerWill DOS MOD Project 1996: Resgatando meus primeiros contatos com a música digital</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 03:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=2160</guid>
		<description><![CDATA[Minha história com a música digital começou cedo através dos arquivos MOD. Na época já existia o MIDI, porém sem uma interface de áudio boa, a qualidade deixava a desejar. Foi então que ao adquirir o primeiro kit multimídia da Creative (Sound Blaster 16...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha história com a música digital começou cedo através dos arquivos MOD. Na época já existia o MIDI, porém sem uma interface de áudio boa, a qualidade deixava a desejar. Foi então que ao adquirir o primeiro <em>kit</em> multimídia da Creative (Sound Blaster 16, com <em>drive</em> de <em>CD-ROM</em> 2X) comecei a explorar algumas alternativas no campo da música.</p>
<h3>Entendendo o conceito do MOD <em>(Module Music)</em></h3>
<p>MOD é um formato de arquivo de música (extensão .mod) que tem origem nos sistemas Amiga ainda na década de 80. Para compor as músicas, é necessário um software sequenciador que permite arranjar as notas em uma <em>timeline</em>. A esse tipo de aplicativo dá-se o nome de <em>tracker</em> (derivado do primeiro editor chamado Ultimate Soundtracker de 1987, que surgiu como uma ferramenta para trilha de jogos de computador).</p>
<p>Na década seguinte, os músicos popularizaram o formato, realizando trocas de arquivo através de sistemas de BBS <em>(Bulletin Board System)</em> e tornou-se mais conhecido quando os <em>hardwares</em> de áudio foram sendo aprimorados com recursos Adlib e Sound Blaster.</p>
<p>Tradicionalmente, a interface desse tipo de software é basicamente textual e numérica, onde os parâmetros de cada nota podem ser alterados através de campos predeterminados onde se inserem notas e efeitos através de códigos hexadecimais.</p>
<p>A base para uma música MOD está nos <em>samples</em>: pequenos arquivos de áudio que podem ser um instrumento, voz ou outro tipo de efeito. Alguns deles permitem ser aplicados como repetições para gerar continuidade (como um <em>loop</em> de bateria, por exemplo).</p>
<p>Os samples devem ser definidos em uma linha do tempo através de uma pista <em>(track)</em>, onde cada uma delas tem como <em>output</em> um canal. Os primeiros editores suportavam apenas 4 canais com <em>samples</em> de 8-bit, porém com o tempo esses recursos foram aprimorados, o que permitiu a criação de músicas que se aproximavam à qualidade de CD (44.1 kHz/16-bit/Stereo), principalmente depois do lançamento de placas como a Sound Blaster 16.</p>
<p>Os compassos são definidos como <em>patterns</em>, que na verdade são grupos de pistas que podem ser repetidas e ordenadas para criar a composição final.</p>
<p>A vantagem do formato é que os arquivos ficam bem leves (apenas o peso dos <em>samples</em> de áudio e das seqüências binárias). Na época, era prático para fazer transferência com os sofridos <em>modems</em> Zoltrix 2400 (quem lembra?). Com o tempo, alguns aplicativos seguiram o mesmo conceito, porém com muito mais recursos (como o FruitLoops ou FL Studio e outros <em>softwares</em> e <em>plugins</em> de gravação <em>multitrack</em>). Hoje alguns músicos ainda continuam a compor nesse padrão mais rústico e espalhar suas músicas pela <em>internet</em> através de alguns <em>sites</em> especializados nos formatos MOD, S3M, ST3, XM e outros.</p>
<h3>Resgatando o passado</h3>
<p>Ao fazer alguns <em>backups</em> em meu computador, encontrei alguns arquivos antigos: músicas que desenvolvi junto com meu irmão <strong>Will Zonato</strong> entre os anos de <strong>1996 e 1997</strong>. Algumas pessoas próximas a nós já haviam ouvido algumas dessas composições, mas resolvi compartilhar pela primeira vez para que todos possam conhecer.</p>
<p>Muito desse material é experimental e foi criado com o <em>software</em> Fast Tracker II para MS-DOS. Como na época era muito difícil conseguir samples de áudio para utilizar, fazíamos a extração de outras músicas que conseguíamos através de acessos à BBS ou de alguns jogos de DOS que utilizavam os MODs como trilha. Uma das primeiras experiências foi <a href="http://www.youtube.com/watch?v=UavHm4XNu6w" target="_blank">bagunçar o tema do seriado Alf</a>, mas o interessante foi quando nós começamos a compor:</p>
<h4>Negon (Funk) [0:24]</h4>
<p><strong>.MOD &#8211; <em>37kb:</em></strong> Contendo apenas 3 instrumentos principais (baixo, voz e apenas 1 <em>sample</em> de bateria), foi possível criar um efeito interessante através da variação das notas.</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4>C3 [0:16]</h4>
<p><strong>.MOD &#8211; <em>41kb:</em></strong> Esta foi uma das primeiras músicas e possui apenas um <em>pattern</em>. Utilizamos o clássico ORCH_HIT.SAM <em>(orchestra hit)</em> que posteriormente foi renomeado para LATINO.SAM, por ser comum em músicas antigas do cantor Latino:</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4>Queposta [0:09]</h4>
<p><strong>.MOD &#8211; <em>49kb:</em></strong> É na verdade uma paródia maluca de &#8220;U Can&#8217;t Touch This&#8221; do MC Hammer. O <em>sample</em> de voz foi extraído de um tema do Batman onde havia esta fala do Coringa (primeiro filme da série):</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4>Go2 [0:31]</h4>
<p><strong>.MOD &#8211; <em>29kb:</em></strong> Experimento com a risada do Alf e a batida clássica do <em>eurodance</em> dos anos 90:</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4>Terlook [0:16]</h4>
<p><strong>.MOD &#8211; <em>49kb:</em></strong> Com um <em>sample</em> chamado ENGASGAD.SAM&#8230; o que mais falar?</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4>Multiloc [0:56]</h4>
<p><strong>.MOD &#8211; <em>29kb:</em></strong> Várias camadas para gerar uma atmosfera caótica com harmonia bizarra:</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4>MultiGOD [0:31]</h4>
<p><strong>.XM &#8211; <em>25kb:</em></strong> É a música anterior com alguns elementos adicionados:</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4>Terwites [0:55]</h4>
<p><strong>.MOD &#8211; <em>33kb:</em></strong> Sequência com bateria, baixo e guitarra sendo adicionados a cada <em>pattern</em>:</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4>Terwill2 [1:12]</h4>
<p><strong>.MOD &#8211; <em>29kb:</em></strong> Harmonia e melodia simples:</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<h4>Terwill [0:31]</h4>
<p><strong>.MOD &#8211; <em>98kb:</em></strong> Mais uma usando baixo com <em>slap</em>:</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Apesar de hoje ser meu aniversário (8 de abril), fica uma <strong>homenagem ao meu grande irmão Willian</strong> que foi meu companheiro em todo o processo de composição das músicas acima, garantindo momentos de diversão e MUITA risada. Saudades do MS-DOS e dos discos de <em>boot</em>!!! =D</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/terwill-dos-mod-project-1996-resgatando-meus-primeiros-contatos-com-a-musica-digital/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ABC Sampler &#8211; Contando histórias&#8230;</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/abc-sampler-contando-historias/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/abc-sampler-contando-historias/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 17:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[faber-ludens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=1847</guid>
		<description><![CDATA[ABC Sampler é um brinquedo em forma de monstro que permite a gravação de sons do ambiente ou voz, assim como edição rápida dos mesmos. O conceito foi desenvolvido por Edmarlon Semprebom durante a análise das Sondas Culturais no Instituto Faber-Ludens e teve o protótipo desenvolvido por Tersis Zonato e Leonardo Spolador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ABC Sampler</strong> é um brinquedo em forma de monstro que permite a gravação de sons do ambiente ou voz, assim como edição rápida dos mesmos. O conceito foi desenvolvido por <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/user/119" target="_blank">Edmarlon Semprebom</a> durante a análise das <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/517" target="_blank">Sondas Culturais</a> no <a href="http://www.faberludens.com.br/" target="_blank">Instituto Faber-Ludens</a> e teve o protótipo desenvolvido por <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/user/145" target="_blank">Tersis Zonato</a> e <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/user/144" target="_blank">Leonardo Spolador</a>.</p>
<h3>O protótipo</h3>
<p>Dentre as funcionalidades sugeridas, optou-se por desenvolver um protótipo que pudesse suportar a contação de histórias com efeitos especiais. Foram adicionadas botões com samples pré-definidos separados por contexto, localizados nos dentes do monstro:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Animais</strong><br />
- Ovelha<br />
- Cachorro<br />
- Gato<br />
- Vaca</td>
<td><strong>Ambiente</strong><br />
- Dia de sol<br />
- Vento<br />
- Chuva<br />
- Trovão</td>
<td><strong>Efeitos sonoros</strong><br />
- Queda<br />
- Mola<br />
- Buzina<br />
- Campainha</td>
<td><strong>Objetos</strong><br />
- Porta<br />
- Carro<br />
- Telefone<br />
- Bicicleta (campainha)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em uma versão mais aprimorada, poderia ter uma biblioteca de sons onde a criança selecionaria o contexto e o sample (ex: Animal &gt; Cachorro, Ambiente &gt; Chuva, etc). A seleção inicial poderia ser feita através da rotação de um dos olhos do monstro.</p>
<p>Para a montagem do protótipo, foram necessários materiais como caixa de papelão, prancha de papelão rígido, EVA, cola, lâmpada, espuma, caixas de som, microfone e um processador de efeitos de guitarra. Iniciamos montando a caixa com a espuma que serviria como suporte à lâmpada, caixas de som e microfone. Em seguida, fizemos o rosto do monstro com as pranchas rígidas e EVA.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2115" title="ABC Sampler (protótipo)" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/abc_sampler_prototype.jpg" alt="ABC Sampler (protótipo)" width="600" height="375" /></p>
<h3>Testes com o usuário</h3>
<p>Depois de montar o protótipo, fizemos um teste com <strong>Monique</strong>, uma menina de 5 anos de idade.</p>
<p>A gravação foi feita em tempo real utilizando o computador, mas como o feedback e o som eram direto do brinquedo, a criança não percebeu que o computador estava sendo usado como suporte.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2117" title="ABC Sampler" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/abc_sampler_test.jpg" alt="ABC Sampler" width="600" height="375" /></p>
<p>Para esse modelo, percebemos que as caixas de som utilizadas não tinham um som bem definido, o que causou uma surpresa no teste: a criança não reconheceu o som do trovão. Para uma próxima versão, seria interessante trocar esse sample e utilizar caixas de som de melhor qualidade.</p>
<p>Monique gostou muito do brinquedo e após o teste inicial pediu para brincar novamente…</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/abc-sampler-contando-historias/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/abc-sampler-contando-historias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Keeko &#8211; Design Obstétrico</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/keeko-design-obstetrico/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/keeko-design-obstetrico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 22:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[faber-ludens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=1815</guid>
		<description><![CDATA[Pretende-se neste projeto estudar as interações e os problemas passados pela gestantes, buscando soluções que tornem estas interações entre a gestante e demais envolvidos em experiências que tragam satisfação às necessidades emocionais dela e que tornem seus companheiros mais próximos neste período tão importante na vida de uma mulher.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pretende-se neste projeto estudar as interações e os problemas passados pela gestantes, buscando soluções que tornem estas interações entre a gestante e demais envolvidos em experiências que tragam satisfação às necessidades emocionais dela e que tornem seus companheiros mais próximos neste período tão importante na vida de uma mulher.</p>
<blockquote>
<div>Toda mulher quer que o bebê nasça saudável. Nós sabemos que você pode querer mais do que isso: Vivendo o parto e o nascimento como uma experiência transformadora e que habilita a alma humana deve ser o mínimo que qualquer gestante deve aspirar.</div>
<p><strong>Naolí Vinaver:</strong> Parteira mexicana que combina a prática do parto tradicional com um profundo interesse e respeito pela psicologia e a fisiologia do parto</p></blockquote>
<h3>Sobre a Experiência da gravidez</h3>
<p>No cenário atual há um mito sobre o parto, envolvendo o <strong>medo e a ansiedade</strong>. A prática da cesariana tem se tornado mais frequente, onde a grande maioria ocorre sem que a mulher tenha entrado em trabalho de parto, aumentando as chances de retirar o feto do útero ainda em estado prematuro.</p>
<p>A natureza da gravidez e do parto é muito <strong>emocional e pessoal</strong>. Para a mulher, estar de alguma forma acompanhada nesse processo, exige confiança nas pessoas que participam dos mesmos e tem um imenso valor psicológico para ela.</p>
<p>O <strong><em>Design</em> de Interação pode intervir</strong> nesse momento para buscar uma mudança cultural,<strong> provendo interações entre o casal para aumentar a sensação de responsabilidade de ambos</strong> para com o bebê que se forma.</p>
<h3>Cenário atual</h3>
<ul>
<li>Em hospitais públicos encontram-se desde tratamentos desumanos e frios, a maternidades modelo em atendimento.</li>
<li>Existem menos vagas do que o necesm,mtvsário para um atendimento pleno.</li>
<li>Complicações são percebidas tardiamente devido a falta de acompanhamento no pré-natal.</li>
<li>Em hospitais particulares o parto é tratado como negócio.</li>
<li>Algumas estruturas oferecem serviços semelhantes ao de hotéis.</li>
<li>O índice de cesárias é exorbitante, em algumas cidades chegando a quase 90%. Um evento natural transformado em rotina médica, uma &#8220;doença&#8221;.</li>
<li>O índice recomendado pela OMS é de no máximo 15% de partos cesária nos hospitais.</li>
</ul>
<h3>Nossa Proposta</h3>
<p><strong>Keeko</strong> é uma cinta medicinal que contém sensores de movimento capazes de registrar uma escala específica de <strong>vibrações na barriga da mãe relacionada com o chute de bebê</strong>. Cada registro desses é <strong>processado e enviado para uma outra cinta</strong>, que pode ser usada por qualquer pessoa próxima a mãe. Esta segunda cinta recebe as vibrações praticamente em tempo real e, <strong>através de atuadores, simulam o chute do bebê dado na barriga da mãe</strong>.</p>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/keeko-design-obstetrico/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<ol>
<li>Grávidas normalmente utilizam cintas ou meias medicinais, seja por motivos estéticos ou de saúde. Porém a cinta <strong>Keeko</strong> é diferente: ela contém sensores de movimento que percebem uma variação mínima causada pelos chutes do bebê.</li>
<li>Cada <strong>chute recebido pelos sensores</strong> é convertido em informações transmitidas via<strong>bluetooth</strong> ou <strong>wifi</strong> para uma outra cinta receptora.</li>
<li>Esta, que poderá ser usada pelo pai ou qualquer outro membro da família, <strong>recebe os sinais enviados</strong> pela cinta da mãe e repete, também através de sensores, o mesmo movimento captado. Tudo praticamente em tempo real.</li>
</ol>
<p><a href="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/keeko.jpg" rel="lightbox[1815]"><img class="alignnone size-full wp-image-1866" title="Keeko - Protótipo Design Obstétrico" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/keeko.jpg" alt="Keeko - Protótipo Design Obstétrico" width="600" height="375" /></a></p>
<h3>Apresentação e defesa do projeto</h3>
<p>Vídeo da apresentação realizada no dia 24/10/2010 nas <a href="http://www.sanmartinbr.com.br/" target="_blank">Faculdades Internacionais San Martin</a>.</p>
<p><object id="utv815742" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="476" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="utv_n_532449" /><param name="flashvars" value="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=10403145&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;id=10403145&amp;v3=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" /><embed id="utv815742" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="476" src="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=10403145&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;id=10403145&amp;v3=1" name="utv_n_532449"></embed></object></p>
<h3>Créditos do projeto</h3>
<p>Projeto realizado durante a disciplina Projeto de Interação do curso de pós graduação em Design de Interação do <a href="http://www.faberludens.com.br/" target="_blank">Instituto Faber-Ludens</a> pelos estudantes <strong>Alexandre Ribeiro</strong>, <strong>Bruno Duarte</strong> e <strong>Tersis Zonato</strong> sob orientação de <strong>Msc. Érico Fileno</strong>.</p>
<p>O material teórico que embasa este trabalho encontra-se disponível para consulta na biblioteca da <a href="http://www.unc.br/" target="_blank">Universidade do Contestado</a> ou para <a href="http://keeko.faberludens.com.br/design_obstetrico-projetando_uma_melhor_experiencia_na_gravidez-keeko.pdf" target="_blank">download em PDF</a>. Não sendo autorizada a reprodução, cópia ou distribuição do todo ou parte do mesmo sem prévia autorização dos responsáveis.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/keeko-design-obstetrico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Under the Influence #6</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-6/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-6/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 01:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[under the influence]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=1810</guid>
		<description><![CDATA[Este é o número 6 de uma série posts. O intuito é identificar a influência na criação das composições, buscando resgatar o original. A proposta não é acusar de plágio ou cópia, muito menos ofender a integridade intelectual e artística de cada autor. Para saber mais, acesse o primeiro artigo com a justificativa. People talking without [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o número 6 de uma série posts. O intuito é identificar a influência na criação das composições, buscando resgatar o original. A proposta não é acusar de plágio ou cópia, muito menos ofender a integridade intelectual e artística de cada autor. Para saber mais, acesse o <a href="/blog/under-the-influence-1?phpMyAdmin=d7e5b3868a361185cd4ba933f4678678">primeiro artigo</a> com a justificativa.</p>
<blockquote>
<div>People talking without speaking, people hearing without listening.</div>
<p><strong>Simon &amp; Garfunkel</strong></p></blockquote>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-6/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong>Deep Purple</strong> &#8211; Stormbringer<br />
<strong>Judas Priest</strong> &#8211; Revolution</p>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-6/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong>Iron Maiden</strong> &#8211; Aces High<br />
<strong>Primal Fear</strong> &#8211; Chainbreaker<br />
<em>Dica de <a href="http://www.youtube.com/Sagitarius92" target="_blank">@Sagitarius92</a></em></p>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-6/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong>ZZ Top</strong> &#8211; Tush<br />
<strong>Motörhead</strong> &#8211; No Class<br />
<em>Dica de <a href="http://gentefeianatv-gentefeianatv.blogspot.com/" target="_blank">Chico Felix</a></em></p>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-6/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong>Mercyful Fate</strong> &#8211; A Corpse Without Soul<br />
<strong>Slayer</strong> &#8211; Captor of Sin</p>
<p><p><a href="http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-6/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong>Ozzy Osbourne</strong> &#8211; Over the Mountain<br />
<strong>Kreator </strong> &#8211; Blind Fate</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/under-the-influence-6/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Da ordem: reflexões sobre classificação</title>
		<link>http://www.tersis.com.br/blog/da-ordem-reflexoes-sobre-classificacao/</link>
		<comments>http://www.tersis.com.br/blog/da-ordem-reflexoes-sobre-classificacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 15:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tersis Zonato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tersis.com.br/?p=1770</guid>
		<description><![CDATA[Organizar o conhecimento sempre fez parte de nossos costumes: classificar faz parte da mente dual do ser humano. Immanuel Kant afirma que a mente organiza naturalmente o conhecimento do mundo em um sistema taxonômico. Pelo viés da Filosofia à Maneira Clássica é possível notar cinco eixos de conhecimento, sendo as bases da pirâmide: arte, política, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Organizar o conhecimento sempre fez parte de nossos costumes: classificar faz parte da mente dual do ser humano. Immanuel Kant afirma que a mente organiza naturalmente o conhecimento do mundo em um sistema taxonômico.</p>
<div id="attachment_1876" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1876" title="Classificação: separando e agrupando roupas" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/classificacao.jpg" alt="Classificação: separando e agrupando roupas" width="300" height="242" /><p class="wp-caption-text">Classificação: separando e agrupando roupas</p></div>
<p>Pelo viés da <a href="http://www.nova-acropole.org.br/filosofia/index.html" target="_blank">Filosofia à Maneira Clássica</a> é possível notar cinco eixos de conhecimento, sendo as bases da pirâmide: arte, política, ciência e religião. Acima desses há um agrupador: a Filosofia, que propõe um estudo comparado de cada um desses conhecimentos. Eles também foram classificados de forma que possamos ter compreensão dos conceitos que os envolvem. A própria filosofia foi classificada em divisões como ética, estética, lógica e outras.</p>
<div id="attachment_1786" class="wp-caption alignnone" style="width: 398px"><img class="size-full wp-image-1786" title="Filosofia e o estudo comparado entre arte, ciência, política e religião" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/filosofia.jpg" alt="Filosofia e o estudo comparado entre arte, ciência, política e religião" width="388" height="285" /><p class="wp-caption-text">Filosofia e o estudo comparado entre arte, ciência, política e religião</p></div>
<p>Originalmente a taxonomia era definida como uma ciência para classificar os organismos vivos, porém foi aplicada em sentidos mais amplos posteriormente. Através da classificação científica (ou biológica), Lineu desenvolveu um sistema de agrupamento de espécies de seres vivos através da uma hierarquia:</p>
<p>Vida &gt; Domínio &gt; Reino &gt; Filo ou Divisão &gt; Classe &gt; Ordem &gt; Família &gt; Gênero &gt; Espécie</p>
<p>Entretanto, muito antes disso Platão já falava sobre a busca de articulações naturais, pois não encontrava um reflexo desse arquétipo nos sistemas que observara. Aristóteles (seu discípulo) desenvolveu um sistema baseado no Universo e apresentou estudos de classificação dos animais, dividindo em:</p>
<p>Gênero &gt; Espécie &gt; Diferença &gt; Propriedade &gt; Acidente</p>
<p>Através de estudos de organização de bibliotecas, a classificação bibliográfica se desenvolveu em sistemas como o de Dewey (conhecido como CDD: Classificação Decimal de Dewey), servindo como uma forma taxonômica de organizar os materiais nas estantes e em bibliografias.</p>
<p><strong>A ordem alfabética</strong> é uma das formas de classificação mais utilizadas. Temos todo o tipo de material ordenado dessa forma, desde listas telefônicas às pastas e arquivos no computador.</p>
<p>Pensando nas formas de organização citadas acima, relacionadas com os mecanismos de busca, enviei a seguinte mensagem no <a href="http://twitter.com/tersis" target="_blank"><em>twitter</em></a>:</p>
<blockquote>
<div>os métodos de #pesquisa nos mecanismos de busca da #internet quebraram a &#8220;desastrosa&#8221; neutralidade da organização alfabética</div>
</blockquote>
<p>Uma discussão se desenvolveu no <em>Google Buzz</em> (em março de 2010) sobre os sistemas de ordem com <a href="http://twitter.com/goncaloferrax" target="_blank">Gonçalo Ferraz</a>, <a href="http://twitter.com/spoladore" target="_blank">Rafael Spoladore</a> e <a href="http://twitter.com/gonzatto" target="_blank">Rodrigo Gonzatto</a>:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1769" title="Tersis Zonato" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/tersis_zonato1.jpg" alt="Tersis Zonato" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Tersis Zonato:</strong><br />
os métodos de #pesquisa nos mecanismos de busca da #internet quebraram a &#8220;desastrosa&#8221; neutralidade da organização alfabética</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1774" title="Rafael Spoladore" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rafael_spoladore.jpg" alt="Rafael Spoladore" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Rafael Spoladore:</strong><br />
Quebraram o primeiro código que a escola nos impôe, no auge de nossa inventividade. É a forra! Somos livres até aprender o alfabeto.</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1777" title="Rodrigo Gonzatto" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rodrigo_gonzatto.jpg" alt="Rodrigo Gonzatto" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Rodrigo Gonzatto:</strong><br />
Chega de ordem alfabética, agora a vez é de quem chega primeiro, paga mais, ou faz o melhor <em>SEO</em>. Liberdade!</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1769" title="Tersis Zonato" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/tersis_zonato1.jpg" alt="Tersis Zonato" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Tersis Zonato:</strong><br />
Por outro lado, viva quem tem o nome pessoal ou nome da empresa começando com a letra A, pois esses serão sempre os primeiros! \o/</p>
<p>A classificação alfabética tem um valor significativo, pois organiza as informações, sendo muito fácil encontrar o que está procurando num índice, por exemplo. Algumas enciclopédias como a Britânica já tiveram tentativas de buscar outras formas de indexar conteúdos, mas não tiveram sucesso.</p>
<p>Na verdade sempre houveram opositores à esse tipo de classificação&#8230; Alguns também filosofaram sobre, mas de modo imparcial. Platão fala sobre a realidade de se ter &#8220;articulações&#8221; naturais, mas nossos sistemas de classificação não refletem as articulações reais existentes.</p>
<p>De certa forma, me parece que é quase impossível fugir de tal organização de informações, mas deve-se ter outras opções de ordenar os dados. Isso tem sido feito há um bom tempo nos sistemas digitais&#8230; mas apesar da ordem, ainda temos a tal &#8220;liberdade&#8221; citada. Não estaria mais para &#8220;libertinagem&#8221; digital?</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1777" title="Rodrigo Gonzatto" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rodrigo_gonzatto.jpg" alt="Rodrigo Gonzatto" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Rodrigo Gonzatto:</strong><br />
Sobre classificação, os sistemas multifacetados são uma das respostas ao imperativo da ordem alfabética. Surgiram bem antes do digital, mas o digital facilitou a adminstração destes tipos de classificação. Vide a &#8220;Clasificação de dois pontos&#8221; (<em>Colon classification</em>) de S. R. Ranganathan ou as classificações folcsonômicas (ex.: <em>tagcloud</em>) <img src='http://www.tersis.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1779" title="Gonçalo Ferraz" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/goncalo_ferraz.jpg" alt="Gonçalo Ferraz" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Gonçalo Ferraz:</strong><br />
Pra cada tipo de busca parece haver uma organização melhor. Se a pessoa busca por algo que já conhece o nome, a o. alfabética é bom. Outra pessoa busca por conhecimento geral sobre um tema, outra busca algo específico num tema especializado, outra busca pode ter seu resultado melhor apresentado por data, caso seja de alimentação dinâmica&#8230; e por aí vai.</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1777" title="Rodrigo Gonzatto" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rodrigo_gonzatto.jpg" alt="Rodrigo Gonzatto" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Rodrigo Gonzatto:</strong><br />
Um sistema de busca para encontrar o que não se conhece.</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1774" title="Rafael Spoladore" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rafael_spoladore.jpg" alt="Rafael Spoladore" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Rafael Spoladore:</strong><br />
Não tem mesmo como fugir. Pra que haja sociedade, precisa de código. Mas como e quando nos é ensinado o alfabeto não me parece adequado. Uma criança com 3 a 7 anos de idade absorve tudo como uma esponja. Não me parece justo ferrar a cabeça dela com um código nesse momento. É essa liberdade de aprendizado que defendo.</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1777" title="Rodrigo Gonzatto" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rodrigo_gonzatto.jpg" alt="Rodrigo Gonzatto" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Rodrigo Gonzatto:</strong><br />
Depois de (no mínimo) 11 anos (8+3) de aprendizado em escola é que falam em &#8220;alfabetização visual&#8221;. E, pior, ensina-se as letras, mas não como usar as palavras&#8230; o código que permite entender seus significados. Sociedade da informação, mas e a comunicação?</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1779" title="Gonçalo Ferraz" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/goncalo_ferraz.jpg" alt="Gonçalo Ferraz" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Gonçalo Ferraz:</strong><br />
A comunicação verbal parece precisar de um código. SE somos seres racionais, tais sistemas de comunicação tem que ser racionais. O estudo da razão vem da lógica à semiótica. (&#8230;) A linguagem verbal é convencionada no código. A não-verbal talvez seja convencionada pela cultura, o código de valores.</p>
<p>Será que há um código essencial, além da lógica/razão?!</p>
<p>p.s.<br />
@Frederick van Amstel já sugeriu um sistema no <em>orkut</em> que mostrasse os amigos que ele não conversa a mais tempo, em vez dos que conversou mais recentemente ou com maior frequencia.</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1769" title="Tersis Zonato" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/tersis_zonato1.jpg" alt="Tersis Zonato" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Tersis Zonato:</strong><br />
Estamos acostumados a ver/mudar a forma de ordem no nosso cotidiano. Até mesmo transpondo as pastas e arquivos de um escritório real para a metáfora digital, temos nossos <em>&#8220;bits&#8221;</em> organizados de acordo com nomenclaturas que definimos, mas podemos vir a trocar conforme uma nova convenção elaborada através de nossa própria necessidade. Portanto temos nesse âmbito uma facilidade de escolhas de acordo com o que buscamos que pode ser dinâmica, diferente do real (compare etiquetas coladas nas caixinhas de CD que definem um espaço tridimensional o qual ele ocupa para catalogar VS. <em>tags</em> que você pode aplicar não apenas a um disco, mas faixa a faixa, colocar letra em cada uma delas, etc). Há uma diferença significativa quando transposto ao digital.</p>
<p>Me parece que o código faz parte do aprendizado desde o início e dependemos dele. Afinal, precisamos entender pictogramas, textos, conversas, para podermos nos comunicar. Difícil definir um código essencial&#8230; talvez no passado isso variasse de acordo com cultura, região, etc, mas hoje a tendência é unificar muita coisa. É algo a se pensar&#8230;</p>
<p>Como disse o Gonçalo: &#8220;Pra cada tipo de busca parece haver uma organização melhor&#8221;. Eu complemento com isso: O Universo é diversificado e extenso demais para que um único sistema de ordenação/classificação se aplique a todo ele de forma atemporal.</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-1774" title="Rafael Spoladore" src="http://www.tersis.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rafael_spoladore.jpg" alt="Rafael Spoladore" width="40" height="40" /></td>
<td><strong>Rafael Spoladore:</strong><br />
Daí vale beber na biônica, e trabalhar mecanismos de busca que funcionem como sinapses acionadas de acordo com cada memória particular. Cada um cria o seu código de acordo com suas referências. Estamos longe disso?</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tersis.com.br/blog/da-ordem-reflexoes-sobre-classificacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

